O novo nos assusta

O novo: caminho de aprimoramento do ser 

  Em hipótese alguma enraizar-se pode ser considerado algo ruim, aliás, é bom que pisemos firmes onde estamos. Todavia, o importante não é nem ficar na inconstância, tampouco na estagnação total. Há sempre um equilíbrio, cujo valor, é imprescindível para que alcancemos amadurecimento naquilo que fazemos e/ou que somos.  Uma coisa é certa: o homem sente-se amedrontado diante das mudanças que precisa fazer.

O novo é assustador, demora-se muito tempo para que seja aceito.  Gasta-se  muita energia até que se acostume com a novidade. Não é anormal o sentimento de medo, de insegurança diante do inédito. Entretanto, o desafio maior, que precisa ser vencido, é justamente o de assumir cada sentimento de modo corajoso, na tentativa de descobrir o tesouro que nos é apresentado.

Certamente haverá muitas dificuldades no primeiro encontro com o objeto novo, pois o mesmo possui também, mistérios, sombras e, por isso nos assusta. Dai é preciso que aproximemo-nos do novo, escutemo-lo, admiremo-lo, e nos deixemos ser tocados por ele, até que se crie uma relação de proximidade e amizade. Assim, vamos crescendo, aprendendo novos valores, e a nossa vida se inova… e experimentamos a sensação de estarmos novamente recomeçando o nosso existir. Não é fácil experimentar o novo.

Um jovem, por exemplo, quando está iniciando sua vida profissional, sofre terrivelmente – porque tudo lhe soa novo: a profissão, colegas de trabalho, as diferenças de personalidade, temperamento de cada um… Obviamente, as novas regras, a submissão a um novo líder com gerência antagônica à do jovem, fazem-no inseguro, quem sabe, descontente e sem ânimo. Porém, somente com o passar do tempo é que perceberá os valores e ganhos adquiridos nesta nova experiência. Continue lendo

Dia de festa

Esta canção vem nos mostrar que Deus é o autor da vida, por isso, a Ele o nosso agradecimento por nos criar em seu amor!  Felizes somos todos nós, homens e mulheres, por sermos obras de arte criadas pelas mãos do mais Belo artista, o Criador. Ele nos fez por amor e para o amor, pois a sua Essência é puro  Amor. Você e eu, nós,  filhos e filhas formamos a mais bela expressão de amor que Deus, o grande Artista, criou… Felicidades!!! Escute esta música e celebre a tua vida, a vida que Deus lhe deu!!!

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DIA DE FESTA – Pe. Ivanilton Silva,msj

Felicidades! Hoje é o teu dia/ Dia em que você nasceu

Dia de festa e alegria/ Por isso sorria/ Tu és o maior presente que Deus me deu

19/03: São José

São José

Esposo da Virgem Maria

São JoséDeus escolhe para o serviço aqueles que não possuem nem poder, nem riquezas – ele chama para colaborar em seu plano de amor, pessoas simples e humildes, como o homem de Nazaré, o justo José.

A Igreja celebra no dia 19 de março a solenidade de São José, o esposo da Virgem Maria. Nesta data somos convidados a recordar a vida e a obra desse homem, escolhido por Deus para ser o pai civil de Jesus.

José é pouco citado nas Escrituras, fala-se dele diretamente somente os evangelistas Lucas e Mateus. Nas outras narrativas, José não é citado, nem indiretamente. Daí, surge-nos uma pergunta: Quem é José? Porque se fala tão pouco de um homem tão importante na história da encarnação de Jesus?

José é o esposo da virgem Maria, pai adotivo de Jesus. De origem judaica, nasceu em Belém de Judá, ou seja, na cidade do Rei Davi (1010-970 a.C.). Ele, como todo judeu, passados oito dias de nascimento, foi circuncidado, e se tornou membro do povo de Deus, descendente de Abraão. Este menino recebeu o nome de José, que quer dizer aquele que reúne. José cresceu, foi educado na lei do Senhor, foi aos poucos se tornando homem de caráter, um homem digno de ser apelidado de o Justo.

Então, a Sagrada Escritura diz que José foi um homem justo: “José, seu marido, era justo” (Mt 1,19a).Tão somente com este adjetivo a Bíblia nos apresenta o pai de Jesus. Destarte, se queremos conhecer bem quem foi José, precisamos compreender o significado da palavra Justo. É o que veremos agora.

A palavra justo, no vocabulário hebraico, é dita com o termo tsadiq, o qual na Bíblia é usado para falar do homem justo e que tem muita devoção a Deus e ao sagrado, que guarda os mandamentos e é fiel à lei.

Segundo o Pe. José Artulino Besen (em seu livro “São José, esposo e pai” – publicado pela editora Mundo e Missão, no ano 2000), “de tsadiq provém tsedeq, palavra fundamental na vida dos judeus e que ao mesmo tempo designa a justiça-justeza e a caridade, princípios de vida que conduzem o homem à verdade… – ele conclui dizendo: um rabino da época afirmou que o ‘justo equivale a 60% do Messias’”

Assim sendo, podemos perceber que o pai de Jesus é digno de se chamado de justo, pois, com a sua vida sempre se apresentou como um bom homem, um hebreu ouvinte e praticante da Palavra. Foi com ele que Jesus aprendeu os mandamentos de Deus. A catequese do Messias foi herdada de José e Maria, que carregavam a Toráh na cabeça (memória) e no coração (Dt 6,4-9).

A Igreja reconhece a paternidade de José e Maria como exemplo para as famílias, pois eles foram fiéis à missão recebida de Deus – não somente geraram como também educaram a Jesus para a vida, lhe ensinaram a observar e praticar a vontade de Deus.

José assumiu Maria como esposa e se mostrou responsável, companheiro e pai. Foi perseguido, fugiu para o Egito, para proteger Maria e Jesus, o recém-nascido. Mas, em nenhum momento desistiu. Foi perseverante. Escutou à Deus pela voz do anjo, em sonho recebeu as orientações necessárias para dar segurança para a sua esposa e seu filho. Por isso, é digno de ser chamado de justo.

Portanto, a Igreja reconhece em José, a firmeza da fé, a prudência no agir e a perseverança nos caminhos d’Aquele que o chamou. São José é um pai bondoso e providente, simplesmente porque creu na providência de Deus em todos os momentos de sua vida. Não desesperou, ao contrário, esperou, confiante e esperançoso, na força protetora do Senhor. Ele morreu, segundo alguns estudiosos, quando faltavam dois meses para Jesus completar 25 anos de idade.

O nome de São José foi colocado no Canon da Missa, pelo papa João XXIII. José é admirado por cristãos e não-cristãos. É conhecido como o homem do silêncio, da justiça e da caridade. É patrono da família, dos esposos, dos homens, dos trabalhadores e dos moribundos. Além de ser o patrono da Igreja Universal.

São José, rogai por nós!!!

Pe. Ivanilton, msj